Aluno de Confresa é interrogado após denúncias de uma possível tentativa de massacre em sua escola

Diante da situação e denúncias, será elaborado um ato infracional, o caso será encaminhado para o Poder Judiciário para as tomadas providências necessárias.

Por Agência da Notícia 17/04/2019 - 17:19 hs
Foto: Reprodução/Divulgação

De acordo com informações, a Polícia Judiciária Civil de Confresa, teria recebido uma denúncia através do Conselho Tutelar, de que um aluno da zona rural estaria planejando uma chacina em sua escola. Os investigadores se dirigiram ao local e confirmaram a denúncia através de uma conversa com o diretor da instituição. Foi informado ainda que o menor pretendia agir com um amigo, que foi indagado pelo autor da ideia se teria coragem de realizar o massacre.

O jovem que no momento estava em aula, foi levado para sua residência, onde os agentes encontraram objetos suspeitos, sendo dois simulacros, um soco inglês, dois canivetes, um “mu tchaco” e um punhal.

Diante da situação e denúncias, será elaborado um ato infracional, o caso será encaminhado para o Poder Judiciário para as tomadas providências necessárias. Já o adolescente, de apenas 16 anos, será levado à atendimento psicológico para averiguações de um possível distúrbio.

Em entrevista com o delegado, André Rigonato, o mesmo afirmou que a ação trata-se de uma prevenção, tendo em vista que o ataque em Suzano (SP) poderia ter gerado um certo “modismo”. O delegado ainda alerta os pais de que observem mais as atitudes e ações de seus filhos, tendo em vista que os pais do adolescente não tinham conhecimento das armas que o mesmo possuía: “não queremos criar alarde, mas temos um monte de canalhas no mundo que usam as redes para a divulgação disso. A gente quer trabalhar a prevenção para que os pais fiquem atentos aos seus filhos para que mais situações como essa não ocorram”.

Caso haja mais suspeitas de casos como esse, é aconselhável que se faça uma denúncia, a Delegacia de Polícia Judiciária Civil se coloca em prontidão para investigações, no intuito de evitar ações como a tragédia acontecida em Suzano, Realengo e Goiânia.